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A Lei de Deus e o Sábado do Senhor


A1ª Igreja Presbiteriana de Paulo Afonso está comemorando neste mês de outubro A Reforma Protestante um movimento reformista cristão iniciado no início do século XVI por Martinho Lutero, quando através da publicação de suas 95 teses, em 31 de outubro de 1517 na porta da Igreja do Castelo de Wittenbergprotestou contra diversos pontos da doutrina da Igreja Católica, propondo uma reforma no catolicismo. Os princípios fundamentais da Reforma Protestante são conhecidos como os Cinco solas.
Neste final de semana, dias 14, 15 e 16/10 a 1ª IPPA está realizando uma série de conferência com o Pastor José Santana Dória da Igreja Presbitariana de Canindé do São Francisco, Sergipe, com o Tema: A Lei de Deus e o Sábado do Senhor.
SÁBADO – Como a guarda do sábado faz parte dos Dez Mandamentos, o Adventismo ensina que quem não o guardar está condenado. Os homens de todas as épocas não foram capazes de cumprir toda a Lei. Os adventistas, que não são diferentes, nunca conseguirão cumprir os Dez Mandamentos. Mesmo os que se esforçam por guardar o sábado, nos dias de hoje, não conseguem fazê-lo na forma original. Os sabatistas não podiam andar mais do que o equivalente a uma distância entre sua residência e o templo. Nada faziam nesse dia. Nada mesmo. Até a comida era preparada com antecedência. Jesus não cumpriu essas regras. Jesus disse que “o sábado foi estabelecido por causa do homem [para seu descanso, para ter um dia de recolhimento espiritual] e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é Senhor também do sábado” (Mc 2,27,28). Jesus, com essas palavras, “condena o cerimonialismo, e revela a sua autoridade divina sobre o sábado, para cumpri-lo, aboli-lo ou mudá-lo. O sentimento moral é a necessidade de se descansar um dia por semana, valendo para esse fim, qualquer deles”. Veja o que o Apóstolo Paulo disse: “Um faz diferença entre dia a dia; outro julga iguais todos os dias. Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente. Quem distingue entre dia e dia, para o Senhor o faz” (Rm 14.5,6). Para o descanso físico, tanto faz segunda-feira, sábado ou domingo. Para adoração ao Senhor, todos os dias devemos fazê-lo porque Jesus é Senhor de todos os dias. O domingo foi escolhido porque (a) Cristo ressuscitou no primeiro dia da semana (M 16.9); (b) O primeiro dia da semana foi o dia especial das manifestações de Cristo ressuscitado. Manifestou-se cinco vezes no primeiro domingo e outra vez no domingo seguinte (Lc 24.13,33-36; Jo 20.13-19,26). (c) O Espírito Santo foi derramado no dia de Pentecoste, um dia de domingo (Lv 23.15,16,21; At 2.1-4); (d) Os cristãos dos tempos apostólicos costumavam se reunir aos domingos para celebrar a Santa Ceia do Senhor, pregar, e separar suas ofertas para o Senhor (At 20.7; 1 Co 16.1,2). Barnabé, Justino Mártir, Inácio, Dionísio de Corinto e Vitorino, pais da Igreja, eram a favor da guarda do domingo.

(Informações do livro Seitas e Heresias). O Apóstolo Paulo escreveu: ‘Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; a realidade, porém, encontra-se em Cristo” (Cl 2.16-17). Ademais, Jesus violou o sábado (Jo 5.16-18). “Assim como para os judeus era inadmissível Jesus ser o Filho de Deus enquanto violava o sábado, para o adventismo é igualmente impossível admitir que os evangélicos sejam filhos de Deus enquanto guardam o domingo em substituição ao sábado” (Seitas e Heresias, Raimundo F. de Oliveira)). 
 
 
 
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